03 Fevereiro 2009

Toshiba lança TG01, um parrudo smartphone

Toshiba lança TG01, um parrudo smartphoneDando um largo passo adiante, a Toshiba lançou o TG01 PocketPC, que possui tela WVGA (800x400px) de 4,1 polegadas, e possui espessura de somente 9,9 mm. Ele é o primeiro dispositivo no mundo a rodar sobre a plataforma Qualcomm Snapdragon, que é movido por um CPU de 1 GHz e suporta conectividade GSM, HSPDA, BlueTooth, Wi-Fi e GPS, tudo em um chipset. O CPU possui controle de velocidade dinâmico, e segundo a Toshiba e Qualcomm, você pode rodar o dia inteiro com o aparelho sem precisar recarregá-lo.

O sistema operacional escolhido foi o Windows Mobile 6.1, que ainda teve uma adição por parte da Toshiba: uma interface otimizada em 3D. Também há o Internet Explorer Mobile 6 com suporte total à Flash. Há ainda integração com movimentos: a ação de colocar o aparelho à orelha faz você atender a chamada e vice-versa, além de rotação automática de tela, etc.

O TG01 estará disponível na Europa ainda neste semestre através de contratos exclusivos com determinadas operadoras, sem mencionar quais e os preços. Duas cores estão disponíveis: preto e branco.



Coletânea de imagens FAIL

Coletânea de imagens engraçadas para nossa sessão Fail, cena idiotas, engraçadas ou que simplesmente não deram certo e que para nossa felicidade foram fotografadas.

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01 Fevereiro 2009

Falha humana causou pane em ferramenta de buscas, diz Google

Falha humana causou pane em ferramenta de buscas, diz Google
Segundo ela, a falha ocorreu quando o sinal "/" foi relacionado à lista de endereços da web que oferecem risco ao internauta. Essa monitoração é feita pelo Google a partir de uma lista organizada pelo grupo sem fins lucrativos StopBadware.org - site que ficou fora do ar durante horas neste sábado (31). A lista é atualizada por profissionais especializados, e não por mecanismos automáticos.
Como todo endereço da internet tem o sinal "/" em sua URL, as buscas efetuadas no Google passaram a indicar que os sites eram suspeitos e poderiam oferecer riscos ao usuário. Marissa afirma que esse procedimento de segurança é adotado para evitar que o internauta tenha acesso a sites que possam instalar pragas virtuais ou oferecer outras ameaças ao internauta.

40 minutos de erros

Ao buscar pela palavra "google", por exemplo, o usuário recebia a lista de resultados e o alerta: "Este site pode contaminar seu computador". Ao clicar no link, o internauta era levado a uma segunda página, que reforçava o alerta, com a sugestão "volte à página anterior e selecione outro resultado". O aviso também recomendava que o usuário visitasse o site StopBadware.org para "obter mais informações", mas a página estava fora do ar. Segundo o Google, a pane durou cerca de 40 minutos.

Fonte: G1

Radiação no celular: é preciso se preocupar com a saúde?

Radiação no celular: é preciso se preocupar com a saúde?
Celulares são onipresentes no mundo atual. Eles mudaram —e continuam mudando— a maneira como as pessoas se comunicam, trabalham e se divertem. E a transmissão das informações é feita pela radiação eletromagnética. Por isso, não tardou a aparecer aqueles preocupados com a segurança destes aparelhos, já que a radiação, dependendo de seu tipo, pode causar danos graves a saúde das pessoas.

Os raios infravermelhos, ultravioletas e a luz emitida pelo sol são exemplos de onda eletromagnética. "No início do século XIX, o homem começou a controlar essa radiação", explica Glaúcio Lima Siqueira, professor associado do Centro de Estudo em Telecomunicações da PUC-Rio e PhD em Engenharia Elétrica. Assim, viabilizou-se o surgimento do rádio, da televisão, do motor elétrico e de tantas outras tecnologias que tornaram possível a vida como conhecemos hoje.

A comunicação é umas das aplicações mais comuns da radiação eletromagnética. É o que possibilita, por exemplo, que aparelhos de rádio-amador e walkie-talkies funcionem. Nenhuma dessas máquinas, porém, jamais chegou perto da popularidade alcançada pelos celulares. Uma presença tão constante em nossas vidas, que há tempos começou a levantar suspeitas sobre os efeitos de seu uso em nosso corpo.

Essa desconfiança estimulou o surgimento de diversas pesquisas e fez como que governos como os da Áustria, França, Alemanha e Suécia recomendassem a seus cidadãos medidas para minimizar a exposição. Exemplos de recomendações são o uso de fones para diminuir a emanação de radiação na cabeça, manter o celular longe do corpo e não usar o aparelho dentro de um carro. A necessidade dessas precauções, porém, não é um consenso entre quem estuda o assunto.