A geração "millenial", formada por jovens entre 14 e 27 anos, parece não dar muita bola para as regras corporativas de tecnologia. Na verdade, eles nem tomam conhecimento dessas regras: uma boa parte desses jovens não deixa de usar celulares, redes sociais e comunicadores instantâneos dentro do ambiente de trabalho, mesmo quando isso é proibido. É o que aponta uma pesquisa feita pela consultoria de tecnologia Accenture, com 400 "millenials".
Segundo a Accenture, 60% dos entrevistados ignoraram as regras de tecnologia. O estudo diz que eles nem sequer se incomodaram em descobrir o que era permitido fazer, enquanto outros sabiam das proibições, mas quebravam as regras e continuavam usando as ferramentas proibidas.
A maioria dos entrevistados, disse a Accenture, também pode recusar uma oferta de trabalho, caso o uso de determinadas tecnologias seja proibido. Para Gary Curtis, estrategista sênior de tecnologia da consultoria o resultado da pesquisa tem "implicações profundas".
"Os millenials tem uma visão completamente diferente de autoridade", disse Curtis. "Nós temos que descobrir como fazer com que eles sigam essas regras de uma maneira lógica", afirmou. Para Curtis, uma alternativa seria escrever as políticas de tecnologia corporativa em "idioma compreensível", para que as pessoas entendam as regras e entendam por quê é preciso segui-las.
O estudo revelou ainda que 20% dos millenials entrevistados estão insatisfeitos com os recursos tecnológicos oferecidos pelas empresas. Segundo a Accenture, esses jovens querem escolher quais os modelos de computador e os aplicativos que vão usar, além de esperar que os empregadores liberem o acesso a ferramentas como salas de bate-papo, comunicadores instantâneos, mensagens de texto e RSS para se comunicarem com os clientes.
Segundo a Accenture, 60% dos entrevistados ignoraram as regras de tecnologia. O estudo diz que eles nem sequer se incomodaram em descobrir o que era permitido fazer, enquanto outros sabiam das proibições, mas quebravam as regras e continuavam usando as ferramentas proibidas.
A maioria dos entrevistados, disse a Accenture, também pode recusar uma oferta de trabalho, caso o uso de determinadas tecnologias seja proibido. Para Gary Curtis, estrategista sênior de tecnologia da consultoria o resultado da pesquisa tem "implicações profundas".
"Os millenials tem uma visão completamente diferente de autoridade", disse Curtis. "Nós temos que descobrir como fazer com que eles sigam essas regras de uma maneira lógica", afirmou. Para Curtis, uma alternativa seria escrever as políticas de tecnologia corporativa em "idioma compreensível", para que as pessoas entendam as regras e entendam por quê é preciso segui-las.
O estudo revelou ainda que 20% dos millenials entrevistados estão insatisfeitos com os recursos tecnológicos oferecidos pelas empresas. Segundo a Accenture, esses jovens querem escolher quais os modelos de computador e os aplicativos que vão usar, além de esperar que os empregadores liberem o acesso a ferramentas como salas de bate-papo, comunicadores instantâneos, mensagens de texto e RSS para se comunicarem com os clientes.
Fonte: Idéia 2.0
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